Achei esta matéria bem interessante hoje na revista crescer. Leiam:
Estudo americano mostra que a vitamina D, que precisa do Sol para ser absorvida pelo organismo, fortalece o sistema respiratório da criança
Bruna Menegueço
A Sociedade Brasileira de Pediatra recomenda o uso de suplementos de vitamina D a partir do 15º dia de vida. Após o primeiro mês, você pode levar o bebê para passeios curtos ao Sol, de preferência até às 10 e após às 16h, para estimular a absorção da vitamina.

Pode ser na praia, na piscina, no quintal ou na varanda de casa. Sentar no fim da tarde e tomar aquele solzinho é uma delícia, não é? Se você está grávida, aproveite porque ele faz muito bem para o seu bebê.
Um estudo da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, publicado na revistaPediatrics, mostrou que um alto nível de vitamina D em bebês pode prevenirinfecções respiratórias durante a infância. Apesar de ser encontrada em vários alimentos (como fígado, ovos, carne, manteiga, peixes - inclusive os enlatados - e óleo de fígado de peixe), a vitamina D necessita do Sol para ser absorvida pelo organismo. Por isso, muitas crianças nascem deficientes desse nutriente.
Um estudo da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, publicado na revistaPediatrics, mostrou que um alto nível de vitamina D em bebês pode prevenirinfecções respiratórias durante a infância. Apesar de ser encontrada em vários alimentos (como fígado, ovos, carne, manteiga, peixes - inclusive os enlatados - e óleo de fígado de peixe), a vitamina D necessita do Sol para ser absorvida pelo organismo. Por isso, muitas crianças nascem deficientes desse nutriente.

“Considerando que as infecções respiratórias são a causa mais comum de asma, suplementos de vitamina D ajudam na prevenção, particularmente durante o outono e o inverno, quando os níveis de vitamina D caem e aumentam os casos da doença”, explica o especialista Carlos Camargo, que conduziu o estudo.
Estudos anteriores feitos pela equipe de Camargo mostraram que filhos de mulheres que tomaram suplementos de vitamina D durante a gravidez eram menos propensos a desenvolver chiado no peito (o que os médicos chamam de sibilância) durante a infância.
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